quinta-feira, setembro 04, 2008

Experiências

Continuando numa onda de partilha de experiências culinárias...
Ontem cozinhei pela primeira vez polvo.
Adoro polvo, mas quando cozinhado pelos outros, principalmente pela minha mãe! :)
É preciso ter sorte com o polvo que compramos.
É aconselhado sempre o polvo congelado por ser mais tenro depois de cozido.
Se se comprar fresco, convem congelá-lo antes de o usar.
Mesmo depois de congelado, após ser cozido podemos ter o azar de ser uma autêntica borracha.
Depois, vem o problema da panela de pressão. Nunca usei e não sei bem porquê não estou muito à vontade para fazê-lo. A minha mãe costuma cozer o polvo na panela de pressão. Mas não me estava a ver a fazê-lo.
Fui ao sítio de sempre comprar o dito polvo, ao Pingo Doce.
E ontem depois de o tirar do congelador, deixá-lo amolecer e lavá-lo, meti-o numa panela sem água e pronto.
Passado meia hora estava cozido.
Depois foi só cortar e fazer uma arrozinho de polvo malandro, que modéstia à parte ficou divinal! :)
Sem grandes têmperos, apenas sal e uma mãozinha de coentros no fim.
Gostei!
A repetir!
Ah! O segredo é o arroz que se usa. ;)

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Experiências

Há uns dias experimentamos cozinhar o peixe (salmão e perca do Nilo, já testados) de uma forma diferente.
Tínhamos visto na televisão, uns envelopes de papel de alumínio com muito bom aspecto! :)
Bem recheados!
A minha mãe também já me tinha falado...
E resolvemos experimentar.
Faz-se uns envelopes de papel de alumínio e coloca-se o peixe dentro com tempero ao gosto de cada um.
Experimentamos com cebola às tiras, molho de soja, coentros, umas gotas de limão e um bocadinho de sal.
Demora não mais do que 15m no forno e fica muito bom! Sem ponta de gordura, mas muito muito mais saboroso.
O primeiro peixe que experimentamos foi salmão. Ficou bem menos enjoativo.
O cliente seguinte foi o perca do Nilo e ficou divinal.
Pode-se juntar legumes ou um molho mais trabalhado, ou apenas temperado com sal.
Pode ser carne em vez de peixe.
Pode ser no forno ou pode ser num tacho no fogão.
Fica ao critério de cada um.
O mais importante é usar a imaginação!

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